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  • Encontro Nacional das Revistas Científicas, 2021

    03/10/2021

    No dia 1 de outubro de 2021, na cidade de Cabo Frio no Estado do Rio Janeiro, nas instalações da Ferlagos – Fundação Educacional da Região dos Lagos, realizamos o primeiro encontro nacional das revistas científicas. O evento ocorreu com a participação de palestrantes nacionais e internacional. Tivemos a participação da ABEC – Associação Brasileira de Editores Científicos, da FCU, Florida Christian University, de Orlando, EUA.  Clique no link abaixo para assistir o evento via YouTube.

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  • Novo indexador e fator de impacto

    15/09/2021

    Queridos articulistas, espero que todos estejam bem!

    Trago boas notícias sobre nossos periódicos. As nossas revistas RECIMA21, RECISATEC e a ACERTTE, foram indexadas em uma das maiores plataformas de periódicos do mundo a NORMATIZA – Canadense, que atua na América do Norte, Brasil e Europa, e todas as três revistas já conquistaram seu fator de impacto; a RECIMA21 ficou com 4,99 e com 5 estrelas (nota máxima de qualidade da plataforma), a RECISATEC ficou com 1,25 e com 4 estrelas e a ACERTTE com 1,39 e com 5 estrelas. Vocês poderão acessar nos links abaixo.

     

     RECIMA21

    https://normatiza.eorbit.com.br/consulta/index.php?revista=RECIMA21&issn=&edtnormatiza=0&edtarea=0&edtperiodicidade=0&fator=&qualiscapes=0&scopus=0&webofscience=0

    RECISATEC

    https://normatiza.eorbit.com.br/consulta/index.php?revista=RECISATEC&issn=&edtnormatiza=0&edtarea=0&edtperiodicidade=0&fator=&qualiscapes=0&scopus=0&webofscience=0

    ACERTTE

    https://normatiza.eorbit.com.br/consulta/index.php?revista=ACERTTE&issn=&edtnormatiza=0&edtarea=0&edtperiodicidade=0&fator=&qualiscapes=0&scopus=0&webofscience=0

     

     

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  • Uma breve história das revistas científicas

    08/08/2021

    Uma breve história das revistas científicas

    No inicio do século XVII temos os passos iniciais das publicações de pesquisas científicas em periódicos, um dos primeiros foi o Journal des Savants e o Philosophical Transactions, ambos iniciaram suas atividades em 1665.

    Neste período a comunicação ocorria por meio de cartas, livros e reuniões filosóficas e científicas que demoravam para chegar às ruas, e tais debates tinham sua restrita circulação entre as elites acadêmicas e financeiras da época. A ciência não era democrática, e nem de livre acesso, como conhecemos hoje graças a mobilidade social e a democratização da educação da maioria dos países.

    O desenvolvimento tecnológico trouxe a impressão e circulação destes periódicos e seu acesso torna-se mais democrático e social. Assim, o debate das ideias passou a ser mais amplamente discutido e divulgado. A partir da década de 90, com o advento da Internet e o aparecimento das primeiras revistas eletrônicas, o acesso aberto, o uso do DOI (Digital object identifier) e até mesmo o crescimento das publicações preprint (publicações sem revisão por pares e não publicadas em revistas e o fat track (publicação com etapas reduzidas de editoração), registramos um cenário propício para o crescimento de periódicos em todo o mundo, destacando a sua segmentação e também a comercialização destas plataformas ‘do saber’, que antes era restrito apenas às universidades e, agora, o setor privado passa a ser um ator importante neste cenário cada vez mais disputado entre editores.

    Vídeo que conta a história dos periódicos

    https://www.youtube.com/watch?v=SaAUMiJmiZQ&t=329s

     

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  • Um olhar sobre os periódicos científicos do Brasil

    22/07/2021

    Os artigos científicos são uma ferramenta de divulgação dos trabalhos de pesquisa e desenvolvimento de grandes cientistas há mais de cinco séculos. Estes periódicos tinham sua divulgação realizada fisicamente, ou seja, impressos até meados do ano 2000, quando passaram a ser publicados digitalmente, via Internet, através de sites específicos e plataformas próprias, um exemplo é a da Open Journal Systems, que cede aos editores e universidades um programa gratuito para divulgarem seus trabalhos de pesquisa.

    Com a mudança de plataforma, os artigos passaram a ser mais acessados e todo o processo mais democrático. A revista impressa limitava o acesso a informação, até pelo seu formato, que não poderia estar em qualquer lugar ao mesmo tempo, ao contrário da revista online que está a todo tempo disponível, gratuitamente em qualquer parte do mundo que tenha um sinal de Internet. E é importante ressaltar que o custo de uma revista impressa é dez vezes superior a revista online, sendo assim, nota-se que com a democratização do acesso, registramos também o aumento de mais artigos sendo publicados, com a inclusão de particularidades regionais, que antes não era possível.

    Segundo a CAPES (2020), temos hoje registrados 26 mil periódicos na sua base de dados, com aproximadamente 10% deles sendo periódicos sem nenhum registro, indexação ou fator de impacto, apenas agindo no mercado para ganhos financeiros, deixando de lado seu papel principal que é de divulgar pesquisas científicas de alto nível. Esta base de dados da CAPES, que foi criado com o objetivo de qualificar publicações em seus programas de stricto sensu, acabou sendo utilizada de forma equivocada em classificação das revistas no Brasil, deixando de lado os indicativos mais importantes, que são: fator de impacto da revista e as indexações, qualitativos utilizados em todos os países do mundo, com exceção do Brasil. Espero que a CAPES, encontre um meio termo para resolver tal questão que vem causando um mal estar entre os periódicos, principalmente os internacionais que possuem alto fator de impacto, mas não tem Qualis, o que acaba sendo uma injustiça, provocada por esta “jabuticaba” brasileira.

    Prof. Dr. Márcio Magera Conceição Ph.D

    Editor-Chefe das revistas RECIMA21, RECISATEC e ACERTTE

    Pró-reitor da Universidade Guarulhos, SP, Brasil

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  • Mais uma revista científica da Editora RECIMA21 - Revista Científica ACERTTE

    15/07/2021

    SEJAM BEM-VINDOS A REVISTA CIENTÍFICA ACERTTE

    Revista Científica ACERTTE -  Administração, Contábeis, Economia, Turismo e Engenharia,  tem como objetivo promover e disseminar os estudos nas áreas de ensino e pesquisa na área da Ciências Sociais. A revista possui uma política de acesso aberto. Qualquer internauta pode entrar no site da revista, ler, baixar os artigos completos, sem precisar fazer o cadastro ou pagar qualquer valor. 

    A Revista Científica ACERTTE está concebida por meio de discussões multidisciplinares que englobam questões sociais, ambientais, tecnológicas e sustentáveis, conectadas a essas áreas do conhecimento das ciências sociais.

    A arte do ensino e da pesquisa, no âmbito da ciências sociais, há muito tempo vem caminhando juntos, promovendo e discutindo as descobertas nesses campos da ciência, sejam eles teóricos ou práticos.

    Essa revista tem ainda o desafio de divulgar os estudos e pesquisas nacionais e internacionais, relacionadas a ciências sociais, contribuindo assim com o desenvolvimento e divulgação das pesquisas relacionadas com essas áreas do conhecimento.

    A revista científica ACERTTE é uma publicação eletrônica, em fluxo contínuo mensal, com o ISSN 2763-8928. É uma produção independente, dirigida pelo seus editores chefes (responsáveis pela sua gestão), conselho editorial e conselho científico, seguindo sua Missão e seu Regulamento aprovado e publicado neste espaço. Por ser uma revista com menos de um ano, ela ainda não possui  o qualis. Você poderá publicar seu artigo nos seguintes idiomas: Português, Inglês, Espanhol e Francês. Caso seu artigo esteja em outro idioma, favor entrar em contato com os editores responsáveis para que possamos verificar a possibilidade da publicação.

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